HISTÒRICO: Esta parábola foi inspirada em uma pequena comunidade rural muito pobre de São João do Paraíso,
onde tinha que falar do valor da eucaristia para crianças que estavam fazendo a primeira comunhão e para pessoas que
já comungavam a dezenas de ano, mas que precisavam e desejavam de uma boa catequese a respeito do verdadeiro valor da eucaristia .
Havia um garimpeiro, muito rico e ambicioso, que em seu pequeno avião, sobrevoava uma futura área de garimpo, quando de repente, foi tomado de surpresa, por uma pane no motor do avião. O garimpeiro, pressentindo o perigo, e muito angustiado, mas muito habilidoso, logo identificou uma área da floresta desbastada e conseguiu aterrissar, salvando-se, mas deixando o seu avião sem qualquer possibilidade de levantar vôo. O local era totalmente desconhecido, e ele se pôs a andar a procura de socorro. Depois de andar por muitas horas, sem êxito, e já cansado, sedento e faminto, senta-se numa pedra e fica ali, com olhar perdido, por alguns minutos. Ao se levantar, dando apenas alguns passos, percebe, de longe, uma fumaça, que sem saber de que se tratava, o encheu de esperanças. Não perdendo tempo, foi rapidamente ao encontro daquilo que seria a sua salvação.
Aproximando-se do local, deparou com um casebre de extrema simplicidade, todo feito de barro, varas e cipós. Sem perder tempo, bate palmas, grita e logo é interrompido por uma voz frágil que sai do fundo da pequena casa e o convida para dar a volta e entrar pelos fundos do casebre. Ele assim o fez e logo se deparou com um velho senhor de mais ou menos 80 anos, que vivia solitário por ali, a cozinhar um pouco de milho seco, meio encarunchado, para fazer a sua primeira refeição do dia. Sem deixar que o velhinho dissesse algo, logo fez o apelo por água e comida, pedindo pelo amor de Deus. O velhinho pediu calmo, enquanto dizia que seria uma alegria muito grande partilhar com ele, o pouco que tinha para saciar a fome, não importando a simplicidade do alimento.
O velho lavou dois pratos de barro, entregando um deles ao garimpeiro, que exultou de alegria ao perceber que havia chegado à hora de saciar a sua fome. Pegando logo seu prato, serviu-se antes do velho, tendo o cuidado para não deixar cair nenhum caroço de milho fora do prato. Logo viu uma cabaça grande e bem envelhecida, encostada ao lado do banco de madeira onde estava o velho e sem demoras, encheu de água o copo que se encontrava em cima da cabaça, e saciou a sua sede.
Depois de se fartar à vontade, o garimpeiro elogiou o velho dizendo que jamais imaginaria que apreciaria tanto uma refeição como aquela, sempre considerada por ele, como alimento de porcos e galinhas, e pudesse comer com tanto gosto, apesar do muito dinheiro que possuía e da vida farta que vivia.
Depois de matar a fome, os dois ficaram bem à vontade e agradecidos, falando de muitos assuntos referentes à realidade dos dois. O velho acabou aproveitando a prosa para perguntar ao garimpeiro se ele conhecia de todo tipo de pedras. O garimpeiro disse que sim, pois já havia estudado muito sobre o assunto. O velho então foi logo dizendo que ha 40 anos ele havia achado uma pedra muito estranha, em um córrego dentro do seu roçado. Como a pedra era muito bonita, pegou-a, apreciou-a e depois a guardou com muito carinho em um embornal e a colocou no seu guarda roupas, tirando dali somente aos domingos, quando tinha folga, para apreciá-la por mais tempo. Mas sempre teve curiosidade para saber do que se tratava. O garimpeiro, então, pediu que a pegasse e lhe mostrasse. Assim o velho fez. Quando abriu o embornal e retirou a pedra, o garimpeiro quase cai do banco, tomado pelo susto de contemplar o mais lindo e maior diamante, que em 38 anos de garimpo jamais havia visto.
Depois de recuperar-se do susto, olha para velho dos pés à cabeça, olha para o diamante, e interpela o velho dizendo: - Há 40 anos guarda essa pedra, e porque sempre viveu nesta miséria tão grande?
O velho respondeu: - eu a guardei porque achei linda, mas não sabia que tinha um valor tão grande. Eu nunca soube que ela era um diamante.
Padre Eliezer Lima da Fonseca
Publicado no Recanto das Letras em 09/01/2010
Código do texto: T2019359
Engenheiro Agrônomo,especialização em Fertilidade dos Solos e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Lavras- MG, professor habilitado em Física, lecionou a disciplina na Escola Agrotécnia Federal de Januária. Funcionário público estadual- EMATER-MG.- A gestão Participativa é a forma mágica para a realização de uma boa convivência e a solução dos problemas. Tenho o orgulho de ser brasileiro
domingo, 24 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
1 comentários:
Rosana Corrêa disse...
Prezado Joel,
Adorei "PALHAÇOS"!
Tento sempre compreender como alguém pode viver de cara amarrada para a vida, ela é tão bela! Misteriosa, cheia de surpresas.
Já que "viver é emocionar-se", como definiu Portinari (a melhor definição do verbo para mim) há dias que haverá dor, tristeza e lágrimas, mas nem por isso precisamos cultivar a AMARGURA. O palhaço também chora, né? Mas como não voltar a sorrir se há maravilhosos pôres-do-sol para vermos; como não voltar a sorrir se vamos voltar sentir a carícia do vento, ver a beleza de uma flor, se podemos ganhar um abraço gostoso de uma criança, o sorriso de um velhinho...tanta coisa boa que nem cabe aqui...
Não entendo como alguém pode ficar indiferente diante das pequenas delíciais que a vida nos proporciona. É o ser humano e suas complexidades.
Acho que um dos disseminadores da tristeza, o que faz com que a pessoa se torne "ranzinza", sem alegria de viver é fixação no ter: _ ter dinheiro além do que precisa, ter poder, ter status, ter um amor (e não partilhar um amor) enfim, a necessidade da posse.
Acho que quando somos, temos mais tempo para viver e para a alegria. Claro que teremos "noites traiçoeiras, "mais Deus nos quer sorrindo." De mais a mais, onde mora a ESPERANÇA não há lugar para TRISTEZA!
Mais do que palhaço, considero idiotas os que vivem fechados em seus "mundinhos sórdidos", sem saber que quando nos doamos ao outro, renascemos e renovamos nossa fonte de alegria, através do amor.
Muito lindo!
Um abraço,
Rosana Corrêa
15 de janeiro de 2010 13:30
Rosana Corrêa disse...
Prezado Joel,
Adorei "PALHAÇOS"!
Tento sempre compreender como alguém pode viver de cara amarrada para a vida, ela é tão bela! Misteriosa, cheia de surpresas.
Já que "viver é emocionar-se", como definiu Portinari (a melhor definição do verbo para mim) há dias que haverá dor, tristeza e lágrimas, mas nem por isso precisamos cultivar a AMARGURA. O palhaço também chora, né? Mas como não voltar a sorrir se há maravilhosos pôres-do-sol para vermos; como não voltar a sorrir se vamos voltar sentir a carícia do vento, ver a beleza de uma flor, se podemos ganhar um abraço gostoso de uma criança, o sorriso de um velhinho...tanta coisa boa que nem cabe aqui...
Não entendo como alguém pode ficar indiferente diante das pequenas delíciais que a vida nos proporciona. É o ser humano e suas complexidades.
Acho que um dos disseminadores da tristeza, o que faz com que a pessoa se torne "ranzinza", sem alegria de viver é fixação no ter: _ ter dinheiro além do que precisa, ter poder, ter status, ter um amor (e não partilhar um amor) enfim, a necessidade da posse.
Acho que quando somos, temos mais tempo para viver e para a alegria. Claro que teremos "noites traiçoeiras, "mais Deus nos quer sorrindo." De mais a mais, onde mora a ESPERANÇA não há lugar para TRISTEZA!
Mais do que palhaço, considero idiotas os que vivem fechados em seus "mundinhos sórdidos", sem saber que quando nos doamos ao outro, renascemos e renovamos nossa fonte de alegria, através do amor.
Muito lindo!
Um abraço,
Rosana Corrêa
15 de janeiro de 2010 13:30
sábado, 9 de janeiro de 2010
P a l h a ç o s
Eu vi o sol
Eu vi a lua
Não vi o palhaço
No meio da rua..
Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor.
E o palhaço é quem é ?
Crescem as cidades e também
Os seus rumores.
Faltam sorrisos e a alegria.
Não há tempo para a noite,
Nem ver passar o dia.
Não vê a banda passar e
Ouvir as cantigas de amor.
Apenas rígidos músculos frontais,
Que não se descontraem.
E o palhaço é quem é?
Conheço um cara que é palhaço.
Não sorrir, não diz um oi,
Não fala bom dia, todos os dia.
Não sabe em que horas o sol nasce,
E que se põe.
Se opõe a tantas coisas!!
Que chato né?
Não tem infância,
Não gosta de criança.
Só faz palhaçada,
Em nada se alegra.
Se te dissestes que não sou palhaço,
Não haveria a graça.
Mas pela graça, mostro-me
Que não sou palhaço.
Joel Lima
Coluna-MG
Eu vi a lua
Não vi o palhaço
No meio da rua..
Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor.
E o palhaço é quem é ?
Crescem as cidades e também
Os seus rumores.
Faltam sorrisos e a alegria.
Não há tempo para a noite,
Nem ver passar o dia.
Não vê a banda passar e
Ouvir as cantigas de amor.
Apenas rígidos músculos frontais,
Que não se descontraem.
E o palhaço é quem é?
Conheço um cara que é palhaço.
Não sorrir, não diz um oi,
Não fala bom dia, todos os dia.
Não sabe em que horas o sol nasce,
E que se põe.
Se opõe a tantas coisas!!
Que chato né?
Não tem infância,
Não gosta de criança.
Só faz palhaçada,
Em nada se alegra.
Se te dissestes que não sou palhaço,
Não haveria a graça.
Mas pela graça, mostro-me
Que não sou palhaço.
Joel Lima
Coluna-MG
domingo, 27 de dezembro de 2009
VENHA, VAMOS BRINDAR!!!
vamos brindar o que ja passou.
vamos brindar o novo ano, que será bem melhor.
vamos brindar o momento para que não exista as diferenças entre ricos, pobres, patrões e empregados.
vamos, vamos, brindar a luta e a coragem.
vamos brindar os trabalhos de equipe.
vamos brindar o perdão, o amor e a libertação.
vamos brindar os verdadeiros sentimentos.
O amor, a cumplicidade e a sinceridade.
Vamos brindar o feliz momento, os momentos felizes vindouros.
Vamos comemorar O que poderemos fazer diferente.
vamos brindar a felicidade!!!
Joel Lima
Coluna-MG
vamos brindar o novo ano, que será bem melhor.
vamos brindar o momento para que não exista as diferenças entre ricos, pobres, patrões e empregados.
vamos, vamos, brindar a luta e a coragem.
vamos brindar os trabalhos de equipe.
vamos brindar o perdão, o amor e a libertação.
vamos brindar os verdadeiros sentimentos.
O amor, a cumplicidade e a sinceridade.
Vamos brindar o feliz momento, os momentos felizes vindouros.
Vamos comemorar O que poderemos fazer diferente.
vamos brindar a felicidade!!!
Joel Lima
Coluna-MG
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
O NATAL É PARA SEMPRE !!!
Ansiosos esperamos o momento importante do nascimento de mais um membro da família, a chegada de um amigo, ou algo muito interessante, que envolva a nossa vida.
O que nos encanta e nos torna admirável, é a presença do novo. Nele abandonamos os velhos hábitos, para assumirmos uma nova postura de crescimento, desenvolvimento, que nos alegra e faz crescer.
Por isso devemos sempre renovar os nossos compromissos, realizar os nossos propósitos, agindo corretamente de forma inovada, superando desafios e obstáculos, que nos fazem transformar em um homem novo.
Preocupar excessivamente com o futuro , nos impede de viver o presente. Preocupar demasiadamente com o presente, não iremos construir o futuro. As oportunidades surgem em ocasiões específicas, por isso são únicas para aquele momento.
Somos dinâmicos, racionais, seres em constantes evolução. Mudar repentinamente, sem fundamento, poderá ser uma causa de precipitação e/ou um problema da personalidade. Por outro lado,quando se tem fortes resistências às mudanças, poderá ser resultados da ignorância, egoísmo, insegurança, medo ou até mesmo o empobrecimento e o enfraquecimento do equilíbrio mental.
Transformar-se em um novo ser, é estar repleto de justiça e libertação. Não se pode ter uma vida nova e ao mesmo tempo adotar velhos habitos.
Quando aceitamos realizar mudanças em nossas vidas, não implica que devemos trocar de identidade, esquecer o passado. A mudança ocorre através da aceitação da pessoa em si, e que procura vencer às suas limitações, ao mesmo tempo se esforça para desenvolver as suas potencialidades, encontrar novas alternativas, ficando atenta às novas oportunidades.
Nem sempre as coisas acontecem sob os grandes encantos, lugares sofisticados. Numa simples manjedoura aconteceu o grande milagre, o nascimento que trouce a nova ordem de paz, amor, alegria, justiça e libertação, que se refazem a cada dia.
O amor que te gerou, agora, se torna maior e mais presente em suas mãos. Somente através da partilha é que teremos um mundo de paz.
Não tenha medo de se arriscar, faça da vida uma canção, faça ressoar os corações, abasteça-se da fé e a coragem. Supere os obstáculos e brinde os momentos felizes.
UM FELIZ NATAL!!!
Joel Lima
Coluna-MG
O que nos encanta e nos torna admirável, é a presença do novo. Nele abandonamos os velhos hábitos, para assumirmos uma nova postura de crescimento, desenvolvimento, que nos alegra e faz crescer.
Por isso devemos sempre renovar os nossos compromissos, realizar os nossos propósitos, agindo corretamente de forma inovada, superando desafios e obstáculos, que nos fazem transformar em um homem novo.
Preocupar excessivamente com o futuro , nos impede de viver o presente. Preocupar demasiadamente com o presente, não iremos construir o futuro. As oportunidades surgem em ocasiões específicas, por isso são únicas para aquele momento.
Somos dinâmicos, racionais, seres em constantes evolução. Mudar repentinamente, sem fundamento, poderá ser uma causa de precipitação e/ou um problema da personalidade. Por outro lado,quando se tem fortes resistências às mudanças, poderá ser resultados da ignorância, egoísmo, insegurança, medo ou até mesmo o empobrecimento e o enfraquecimento do equilíbrio mental.
Transformar-se em um novo ser, é estar repleto de justiça e libertação. Não se pode ter uma vida nova e ao mesmo tempo adotar velhos habitos.
Quando aceitamos realizar mudanças em nossas vidas, não implica que devemos trocar de identidade, esquecer o passado. A mudança ocorre através da aceitação da pessoa em si, e que procura vencer às suas limitações, ao mesmo tempo se esforça para desenvolver as suas potencialidades, encontrar novas alternativas, ficando atenta às novas oportunidades.
Nem sempre as coisas acontecem sob os grandes encantos, lugares sofisticados. Numa simples manjedoura aconteceu o grande milagre, o nascimento que trouce a nova ordem de paz, amor, alegria, justiça e libertação, que se refazem a cada dia.
O amor que te gerou, agora, se torna maior e mais presente em suas mãos. Somente através da partilha é que teremos um mundo de paz.
Não tenha medo de se arriscar, faça da vida uma canção, faça ressoar os corações, abasteça-se da fé e a coragem. Supere os obstáculos e brinde os momentos felizes.
UM FELIZ NATAL!!!
Joel Lima
Coluna-MG
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
É O TREM SÔ !!!
Um bicho de lata
Passano em cima dos ferro
Sae correno fazeno barulho,
Fui lá vê passar.
Criei corage, cheguei bem juntin dele,
O bicho é má educado.
Num respeita a gente não,
Anda nas carreras,
Soltano fogo nas venta.
O pior é que é brabo mesmo.
Mas ta fazeno serventia.
O filho de Manel Custódio
Já se aprumou no bicho,
Foi ontem mesmo nele, pra ajeitá os papel
Hoje mesmo já vortou.
Das última vez qui gastou pra chegá, foi mais de treis dia.
Agora é que ele vai dá de vendê o burro mesmo.
Nos meus plano ele vai
Ajeitá os papel das suas terras tudo ainda nesse mês.
Diz qui é o tal progresso que já ta chegano.
Agora todo mundo vai querê de andá também.
Uai!!.... ocê num andô ainda não?
Não!! por que cê num disse.
É o trem sô!!!!
Joel Lima
Coluna-MG
Passano em cima dos ferro
Sae correno fazeno barulho,
Fui lá vê passar.
Criei corage, cheguei bem juntin dele,
O bicho é má educado.
Num respeita a gente não,
Anda nas carreras,
Soltano fogo nas venta.
O pior é que é brabo mesmo.
Mas ta fazeno serventia.
O filho de Manel Custódio
Já se aprumou no bicho,
Foi ontem mesmo nele, pra ajeitá os papel
Hoje mesmo já vortou.
Das última vez qui gastou pra chegá, foi mais de treis dia.
Agora é que ele vai dá de vendê o burro mesmo.
Nos meus plano ele vai
Ajeitá os papel das suas terras tudo ainda nesse mês.
Diz qui é o tal progresso que já ta chegano.
Agora todo mundo vai querê de andá também.
Uai!!.... ocê num andô ainda não?
Não!! por que cê num disse.
É o trem sô!!!!
Joel Lima
Coluna-MG
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O Grande Vôo da Sementinha
Existia uma sementinha que gostava de conhecer coisas novas, lugares diferentes. Ela deixava ser transportada livremente pelos ventos, e ir onde sentisse vontade.
Após percorrer diversos lugares, diferentes regiões, parou para se descansar.
Ao recuperar das suas energias, após um prolongado sono, no momento que se ‘’despertava’’, tomou um enorme susto, imaginou que ainda estivesse sonhando.
Indagou, Nossa!! tantos lugares bonitos que passei, como é que eu vim parar neste lugar, isso aqui é muito feio, triste, está mais para um deserto!!
Quando estava decidida a partir, observou uma coisa muito engraçada à sua frente, parecia um sapo esculpido em um carvão, ou então, um bicho muito estranho.
Ao se aproximar daquela criatura, percebeu que não era bicho nenhum, e sim um toco que havia se queimado, mas que ainda resistia ao poder devastador do fogo.
O ‘’toco’’juntava todas às suas energias para alimentar os pequenos brotos que haviam surgidos novamente em sua base, para garantir a perpetuação da espécie, e poder realizar o grande sonho: fazer daquele lugar um Paraíso.
A sementinha lembrou que quando o toco ainda era jovem, ou melhor, quando era apenas uma semente e que teria liberdade tanto quanto ela, para ir aos lugares que queria. Vendo-o naquele estado, não se conteve, Perguntou-o por que teria escolhido um lugar tão feio e esquisito.
-Primeiramente o‘’toco’’respondeu calmamente a sementinha. ‘’Estou me esforçando para recuperar de um duro golpe, uma maldade que fizeram por aqui, ateando fogo. Não sei não, acho que foi um ato impensado, ou talvez uma crueldade; as más intenções.
-Há alguns anos quando cheguei aqui, não encontrei nenhum conforto, fiquei muito irritado, logo percebi, que por aqui passavam muitos pássaros vindo de outras regiões. Esta era a sua rota. Por isso havia necessidade de fornecer algum meio de apoio para descansarem , alimentar e seguir viagem. Caso contrário muitos pássaros poderiam ser sacrificados. Depois de uma grande jornada, sentiriam bastantes fragilizados, necessitando de cuidados e atenção.
Sei que os pássaros também colaboram para o aumento da biodiversidade, que são as diferentes espécies de seres vivos que habitam em um determinado espaço. A biodiversidade é muito importante para a realização do equilíbrio. Cada ser exerce o seu papel, função e habilidades, um complementa o outro, facilitando a vida de todos os seres vivos.
O que realmente teria deixado o lugar tão abandonado foi justamente a presença de alguns insetos perversos querendo exercer o domínio na região, acabou prejudicando a biodiversidade.
Em quase todas as decisões somente eles falariam primeiro. Caso cismassem de alguma coisa devoravam quase tudo, faziam chantagens e alguns estragos na maioria dos moradores deste lugar.
Queriam ser fortes, mas mão existia nenhum projeto para a realização do crescimento e o desenvolvimento da região. A preocupação maior era manter no poder.
De vez em quando surgiam algumas ações para agradar a comunidade , mas o medo e a insegurança que semeavam aqui era a principal arma para se tornarem mais poderosos.
Sabemos que existem muitos insetos interessantes, mas não podem se sentir os únicos. Precisamos reconhecer novos talentos, idéias, novos pensamentos, para tornar o ambiente saudável, não ficando parado e apresentar maiores perspectivas para a realização do crescimento e o desenvolvimento local.
É através da participação de todos, das lutas e opiniões, do trabalho, esforços e união, vamos construindo um lugar bom de si viver, sem o medo da violência, da fome e das injustiças.
Poderei Salvar a vida de muitos pássaros, e ao mesmo tempo, à medida que ingerissem os meus frutos, levariam um pouco das minhas sementes aos diversos lugares, onde talvez não conseguiria ir ‘’.
O ‘’toco’’ sabia que não podia desistir, precisava transmitir tudo aquilo que um dia teria aprendido. Tinha uma importante missão, propagar grandes quantidades de árvores, tornar os lugares desertos em bonitos jardins, produzir muitos frutos, colaborar para acabar com a fome, ter um ambiente onde todos pudessem se abrigar, tornar um lugar de oportunidades para todos. Estaria realizando a sua contribuição para um mundo melhor.
A sementinha, então, resolveu ficar por ali, para ajudar o ‘’toco’’ a se recuperar. Quando percebeu havia se desgastado bastante , teria perdido parte de sua plumagem, que faziam planar nas suaves correntezas dos ventos.
Logo vieram as chuvas que as deixaram bem diferente, transformada, e muito mais feliz.
Foram surgindo nela os primeiros brotinhos, uma nova forma de vida. Neste momento teria perdido o medo do milagre da transformação, que a tornaria um novo ser.
Agora tinha certeza que não iria morrer apenas semente, e sim produzir importantes frutos para a vida.
Joel Lima
Coluna- MG
Após percorrer diversos lugares, diferentes regiões, parou para se descansar.
Ao recuperar das suas energias, após um prolongado sono, no momento que se ‘’despertava’’, tomou um enorme susto, imaginou que ainda estivesse sonhando.
Indagou, Nossa!! tantos lugares bonitos que passei, como é que eu vim parar neste lugar, isso aqui é muito feio, triste, está mais para um deserto!!
Quando estava decidida a partir, observou uma coisa muito engraçada à sua frente, parecia um sapo esculpido em um carvão, ou então, um bicho muito estranho.
Ao se aproximar daquela criatura, percebeu que não era bicho nenhum, e sim um toco que havia se queimado, mas que ainda resistia ao poder devastador do fogo.
O ‘’toco’’juntava todas às suas energias para alimentar os pequenos brotos que haviam surgidos novamente em sua base, para garantir a perpetuação da espécie, e poder realizar o grande sonho: fazer daquele lugar um Paraíso.
A sementinha lembrou que quando o toco ainda era jovem, ou melhor, quando era apenas uma semente e que teria liberdade tanto quanto ela, para ir aos lugares que queria. Vendo-o naquele estado, não se conteve, Perguntou-o por que teria escolhido um lugar tão feio e esquisito.
-Primeiramente o‘’toco’’respondeu calmamente a sementinha. ‘’Estou me esforçando para recuperar de um duro golpe, uma maldade que fizeram por aqui, ateando fogo. Não sei não, acho que foi um ato impensado, ou talvez uma crueldade; as más intenções.
-Há alguns anos quando cheguei aqui, não encontrei nenhum conforto, fiquei muito irritado, logo percebi, que por aqui passavam muitos pássaros vindo de outras regiões. Esta era a sua rota. Por isso havia necessidade de fornecer algum meio de apoio para descansarem , alimentar e seguir viagem. Caso contrário muitos pássaros poderiam ser sacrificados. Depois de uma grande jornada, sentiriam bastantes fragilizados, necessitando de cuidados e atenção.
Sei que os pássaros também colaboram para o aumento da biodiversidade, que são as diferentes espécies de seres vivos que habitam em um determinado espaço. A biodiversidade é muito importante para a realização do equilíbrio. Cada ser exerce o seu papel, função e habilidades, um complementa o outro, facilitando a vida de todos os seres vivos.
O que realmente teria deixado o lugar tão abandonado foi justamente a presença de alguns insetos perversos querendo exercer o domínio na região, acabou prejudicando a biodiversidade.
Em quase todas as decisões somente eles falariam primeiro. Caso cismassem de alguma coisa devoravam quase tudo, faziam chantagens e alguns estragos na maioria dos moradores deste lugar.
Queriam ser fortes, mas mão existia nenhum projeto para a realização do crescimento e o desenvolvimento da região. A preocupação maior era manter no poder.
De vez em quando surgiam algumas ações para agradar a comunidade , mas o medo e a insegurança que semeavam aqui era a principal arma para se tornarem mais poderosos.
Sabemos que existem muitos insetos interessantes, mas não podem se sentir os únicos. Precisamos reconhecer novos talentos, idéias, novos pensamentos, para tornar o ambiente saudável, não ficando parado e apresentar maiores perspectivas para a realização do crescimento e o desenvolvimento local.
É através da participação de todos, das lutas e opiniões, do trabalho, esforços e união, vamos construindo um lugar bom de si viver, sem o medo da violência, da fome e das injustiças.
Poderei Salvar a vida de muitos pássaros, e ao mesmo tempo, à medida que ingerissem os meus frutos, levariam um pouco das minhas sementes aos diversos lugares, onde talvez não conseguiria ir ‘’.
O ‘’toco’’ sabia que não podia desistir, precisava transmitir tudo aquilo que um dia teria aprendido. Tinha uma importante missão, propagar grandes quantidades de árvores, tornar os lugares desertos em bonitos jardins, produzir muitos frutos, colaborar para acabar com a fome, ter um ambiente onde todos pudessem se abrigar, tornar um lugar de oportunidades para todos. Estaria realizando a sua contribuição para um mundo melhor.
A sementinha, então, resolveu ficar por ali, para ajudar o ‘’toco’’ a se recuperar. Quando percebeu havia se desgastado bastante , teria perdido parte de sua plumagem, que faziam planar nas suaves correntezas dos ventos.
Logo vieram as chuvas que as deixaram bem diferente, transformada, e muito mais feliz.
Foram surgindo nela os primeiros brotinhos, uma nova forma de vida. Neste momento teria perdido o medo do milagre da transformação, que a tornaria um novo ser.
Agora tinha certeza que não iria morrer apenas semente, e sim produzir importantes frutos para a vida.
Joel Lima
Coluna- MG
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
João
Perambulando pela rua
Lá vai o João
Mendigando um pedaço de pão,
Um pouco de paz, de amor.
Na noite fria...
Não mais existe o ardente desejo
De se ter uma vida privada,
Para amparar-lhe dos maus tratos.
Sente-se muito sozinho.
Falta-lhe o pão e também o carinho.
Enquanto isso a Cidade dorme...
Houve-se o silêncio.
Uma pausa,
A metamorfose.
João, João,
Meu Deus!
Joaaaaaaão.
Adeus João !!!
Descanse em paz.
Joel Lima
Coluna-MG
Lá vai o João
Mendigando um pedaço de pão,
Um pouco de paz, de amor.
Na noite fria...
Não mais existe o ardente desejo
De se ter uma vida privada,
Para amparar-lhe dos maus tratos.
Sente-se muito sozinho.
Falta-lhe o pão e também o carinho.
Enquanto isso a Cidade dorme...
Houve-se o silêncio.
Uma pausa,
A metamorfose.
João, João,
Meu Deus!
Joaaaaaaão.
Adeus João !!!
Descanse em paz.
Joel Lima
Coluna-MG
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
O SENHOR DO MUNDO
O poder tem sido o alvo de conquistas dos seres humanos.
A realização do domínio, a soberania, na maioria das vezes tem lhes custado muito caro.
Vejamos que o mundo está numa constante transformação, num processo evolutivo.
As rochas, os rios, os solos e os seres vivos todos sofreram importantes mudanças no decorrer de milhares, milhões e até bilhões de anos.
As espécies resistentes às mudanças foram se extinguindo pelo o fato do ambiente não lhes tornarem favorável, no processo do caminho da evolução.
A planta juvenil possui a estrutura diferente de uma planta adulta, embora ainda conserve as suas características, realiza diferentes conformações para se tornarem mais sólidas.
Temos a vocação de alcançar a excelência, buscar a plenitude da felicidade, por meio de realizações, conquistas, trilhando os seus caminhos.
Na busca da felicidade, muitos têm acumulado enormes fortunas, mas não conseguiram afastar os fantasmas que rondam a sua casa. Os fantasmas da insegurança, do medo de perder os bens , dos seqüestros, contaminações, doenças, medo do abandono, etc.
Mesmo assim se tornam frios , insensíveis, preso aos bens materiais, procuram chieeps cada vez mais modernos que ofereçam o ‘’bem star’’, a segurança, mas não conseguem devolver-lhes o verdadeiro sentido da vida, de poder amar e ser amado, sem reservas.
Há quem demonstre todo orgulho de exibir uma posição social privilegiada, cercado de bens, posses, ter a admiração e o respeito daqueles que os cercam. Agradam uns e descriminam outros.
Impossível querermos agradar a todos, mas é preciso que todos sejam respeitados. Somos interdependentes, temos valores, devemos ser reconhecidos pelos nossos méritos.
.
Se a luz do sol é para todos, grande parte da população vive sobre as sombras dos seus direitos, de participar do desenvolvimento do país, do progresso e das oportunidades. No entanto vivemos em meio as desigualdades social.
Alguns jargões, parecem aliviar a consciência daqueles mais favorecidos, e deixaram a população mais acomodada: pobre é preguiçoso, não gosta de trabalhar, não quer nada com a vida, nunca quis estudar, é vagabundo.
Alguns atletas de países pobres, que disputaram as olimpíadas, sem maiores condições de estruturas de apoio, conseguiram voltar para o seu pais com medalhas no peito. Por outro lado os gigantes dos esportes, dos paises ricos exibem de forma imponente o triunfo das medalhas de ouro. Mas tiveram todas as chances e oportunidades para vencer. Neste sentido foram atados os pés dos concorrentes, enquanto puderam correr livremente.
Temos as diversas competições de forma desleal, a exemplo de uma corrida de formula um. Alguns pilotos com os carros de ultima geração concorrem com o restante das outras equipes, montadas em fuscas do ano de 1988.
Há também as competições justas, entre competidores. Pessoas que receberam as mesmas condições, oportunidades, puderam desenvolver as habilidades, através de maiores esforços, disciplina, realmente se tornaram um grande vencedor, um líder.
Importantes ações emergenciais, de programas sociais no combate a fome e a pobreza, tem-se obtido resultados relevantes na redução da mortalidade infantil, do analfabetismo, o déficit de moradia, déficits de eletrificação rural, etc.
Seria fornecer as chuteiras a população carente, dando-lhes maiores condições de exercer uma vida digna, para impulsionar o desenvolvimento.
A omissão do desenvolvimento de programas sociais por parte dos governos, são acentuados a pobreza e a miséria, com sérios reflexos da violência, a prostituição, mortes prematuras, assaltos e outras mazelas que roubam a paz no mundo.
A paz do mundo não é uma responsabilidade unicamente governamental, e sim os frutos da ação e os esforços de toda a comunidade.
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Imagine as pessoas que hoje acumulam riquezas, estivessem no tempo em que predominavam as práticas do escambo ( troca, permuta ), teriam que construir enormes galpões para grandes quantidades de alimentos, depois de encher bastante ‘’a barriga’’, não haveria tempo suficiente para consumi-los. Resultando na perda de maiores quantidades destes produtos. Apodrecidos seriam transformados em lixo. Ao mesmo tempo as pessoas estariam a sua volta revirando-o, para garimpar as migalhas.
Assim ocorre aqueles que se enriquecem ilicitamente, maltratam os seus empregados roubam-lhes a sua dignidade,realiza o trabalho escravo, vivem os excessos de mordomias e atiram as migalhas aos pobres.
Em meio a tanta pobreza, o poder tem se instalado nas mãos das pessoas, que deixam os seus semelhantes reféns, num sistema predominante de hierarquia econômico social. A cada dia vivem esvaziados de si, por não conseguirem acumular demasiadamente a todos os bens materiais.
Finalmente o capitalismo que se vê um pouco abalado, as suas estruturas, começa a repensar em um novo modelo que lhes forneça melhores resultados de forma sustentável. O investimento do maior patrimônio; o patrimônio humano. Oferecendo-lhe melhores condições de trabalho, a saúde da família, o lazer, o descanso, para que os tornem mais ‘’produtivo.’’
‘’o presidente francês Nicolas Sarkozy lidera um grupo de políticos, economistas e acadêmicos dispostos a acabar com o reinado dos números e cifras na economia. A ordem é mudar um pouco o noticiário e as preocupações econômicas. Quem se acostumou com o PIB, vai ouvir mais a sigla FIB. Sai o Produto Interno Bruto, entra a Felicidade Interna Bruta.
O economista Joseph Stiglitz, Professor da Columbia University e Prêmio Nobel de Economia em 2001, ele defende a tese de que o mundo deveria se preocupar mais em medir o bem-estar das pessoas do que a mera produção econômica. Em outras palavras, deveria priorizar a FIB ao PIB.’’( nota )
De acordo com os noticiários do Estado de Minas( 8 dez/2009), 2 milhões de crianças com menos de 5 anos morrem anualmente por causa de doenças de fácil prevenção e tratamento. Cerca de 85 mil óbitos estão relacionados às mudanças climáticas.
45 milhões de pessoas passam fome no mundo como resultado direto da mudança do clima.
Sempre ocorreram as mudanças do clima no planeta terra. As catástrofes que hoje se pronunciam fortemente não é a culpa da natureza, e sim o conjunto dos conseqüentes comportamentos das ações e atitudes,dos que querem ser senhores, dono do mundo.
Joel Lima
Coluna-MG
A realização do domínio, a soberania, na maioria das vezes tem lhes custado muito caro.
Vejamos que o mundo está numa constante transformação, num processo evolutivo.
As rochas, os rios, os solos e os seres vivos todos sofreram importantes mudanças no decorrer de milhares, milhões e até bilhões de anos.
As espécies resistentes às mudanças foram se extinguindo pelo o fato do ambiente não lhes tornarem favorável, no processo do caminho da evolução.
A planta juvenil possui a estrutura diferente de uma planta adulta, embora ainda conserve as suas características, realiza diferentes conformações para se tornarem mais sólidas.
Temos a vocação de alcançar a excelência, buscar a plenitude da felicidade, por meio de realizações, conquistas, trilhando os seus caminhos.
Na busca da felicidade, muitos têm acumulado enormes fortunas, mas não conseguiram afastar os fantasmas que rondam a sua casa. Os fantasmas da insegurança, do medo de perder os bens , dos seqüestros, contaminações, doenças, medo do abandono, etc.
Mesmo assim se tornam frios , insensíveis, preso aos bens materiais, procuram chieeps cada vez mais modernos que ofereçam o ‘’bem star’’, a segurança, mas não conseguem devolver-lhes o verdadeiro sentido da vida, de poder amar e ser amado, sem reservas.
Há quem demonstre todo orgulho de exibir uma posição social privilegiada, cercado de bens, posses, ter a admiração e o respeito daqueles que os cercam. Agradam uns e descriminam outros.
Impossível querermos agradar a todos, mas é preciso que todos sejam respeitados. Somos interdependentes, temos valores, devemos ser reconhecidos pelos nossos méritos.
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Se a luz do sol é para todos, grande parte da população vive sobre as sombras dos seus direitos, de participar do desenvolvimento do país, do progresso e das oportunidades. No entanto vivemos em meio as desigualdades social.
Alguns jargões, parecem aliviar a consciência daqueles mais favorecidos, e deixaram a população mais acomodada: pobre é preguiçoso, não gosta de trabalhar, não quer nada com a vida, nunca quis estudar, é vagabundo.
Alguns atletas de países pobres, que disputaram as olimpíadas, sem maiores condições de estruturas de apoio, conseguiram voltar para o seu pais com medalhas no peito. Por outro lado os gigantes dos esportes, dos paises ricos exibem de forma imponente o triunfo das medalhas de ouro. Mas tiveram todas as chances e oportunidades para vencer. Neste sentido foram atados os pés dos concorrentes, enquanto puderam correr livremente.
Temos as diversas competições de forma desleal, a exemplo de uma corrida de formula um. Alguns pilotos com os carros de ultima geração concorrem com o restante das outras equipes, montadas em fuscas do ano de 1988.
Há também as competições justas, entre competidores. Pessoas que receberam as mesmas condições, oportunidades, puderam desenvolver as habilidades, através de maiores esforços, disciplina, realmente se tornaram um grande vencedor, um líder.
Importantes ações emergenciais, de programas sociais no combate a fome e a pobreza, tem-se obtido resultados relevantes na redução da mortalidade infantil, do analfabetismo, o déficit de moradia, déficits de eletrificação rural, etc.
Seria fornecer as chuteiras a população carente, dando-lhes maiores condições de exercer uma vida digna, para impulsionar o desenvolvimento.
A omissão do desenvolvimento de programas sociais por parte dos governos, são acentuados a pobreza e a miséria, com sérios reflexos da violência, a prostituição, mortes prematuras, assaltos e outras mazelas que roubam a paz no mundo.
A paz do mundo não é uma responsabilidade unicamente governamental, e sim os frutos da ação e os esforços de toda a comunidade.
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Imagine as pessoas que hoje acumulam riquezas, estivessem no tempo em que predominavam as práticas do escambo ( troca, permuta ), teriam que construir enormes galpões para grandes quantidades de alimentos, depois de encher bastante ‘’a barriga’’, não haveria tempo suficiente para consumi-los. Resultando na perda de maiores quantidades destes produtos. Apodrecidos seriam transformados em lixo. Ao mesmo tempo as pessoas estariam a sua volta revirando-o, para garimpar as migalhas.
Assim ocorre aqueles que se enriquecem ilicitamente, maltratam os seus empregados roubam-lhes a sua dignidade,realiza o trabalho escravo, vivem os excessos de mordomias e atiram as migalhas aos pobres.
Em meio a tanta pobreza, o poder tem se instalado nas mãos das pessoas, que deixam os seus semelhantes reféns, num sistema predominante de hierarquia econômico social. A cada dia vivem esvaziados de si, por não conseguirem acumular demasiadamente a todos os bens materiais.
Finalmente o capitalismo que se vê um pouco abalado, as suas estruturas, começa a repensar em um novo modelo que lhes forneça melhores resultados de forma sustentável. O investimento do maior patrimônio; o patrimônio humano. Oferecendo-lhe melhores condições de trabalho, a saúde da família, o lazer, o descanso, para que os tornem mais ‘’produtivo.’’
‘’o presidente francês Nicolas Sarkozy lidera um grupo de políticos, economistas e acadêmicos dispostos a acabar com o reinado dos números e cifras na economia. A ordem é mudar um pouco o noticiário e as preocupações econômicas. Quem se acostumou com o PIB, vai ouvir mais a sigla FIB. Sai o Produto Interno Bruto, entra a Felicidade Interna Bruta.
O economista Joseph Stiglitz, Professor da Columbia University e Prêmio Nobel de Economia em 2001, ele defende a tese de que o mundo deveria se preocupar mais em medir o bem-estar das pessoas do que a mera produção econômica. Em outras palavras, deveria priorizar a FIB ao PIB.’’( nota )
De acordo com os noticiários do Estado de Minas( 8 dez/2009), 2 milhões de crianças com menos de 5 anos morrem anualmente por causa de doenças de fácil prevenção e tratamento. Cerca de 85 mil óbitos estão relacionados às mudanças climáticas.
45 milhões de pessoas passam fome no mundo como resultado direto da mudança do clima.
Sempre ocorreram as mudanças do clima no planeta terra. As catástrofes que hoje se pronunciam fortemente não é a culpa da natureza, e sim o conjunto dos conseqüentes comportamentos das ações e atitudes,dos que querem ser senhores, dono do mundo.
Joel Lima
Coluna-MG
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