Maria de Lourdes Lima da Fonseca
A TARTARUGA E O ESPELHO
Havia numa floresta, uma tartaruga muito rabujenta. Não se dava bem com ninguém. Sua maior preocupação era observar o que os outros animais sabiam fazer ou ,mesmo o que eles tinham e que ela não tinha.Sentia-se muito triste, inútil e sem qualidades. Chegou ao ponto de ninguém mais querer falar com ela, pois se tornara muito fechada e agressiva. A solidão foi incomodando muito, mas só se ouvia ela dizer:
Puxa, aquela lebre anda tão depressa, e eu, nessa lerdeza!
O papagaio fala tão bem, e eu, mal sei conversar !E assim ela seguia os dias reclamando...
Daí a pouco ela se enfezava e começava a xingar: ô tropa de bichos esquisitos, que papagaio falador! Que macaco trapalhão!Que lebre assustada!, olha essa preguiça, não sai do lugar!. No fundo, no fundo, ela estava brigada era com ela\ mesma, ela tinha muita inveja de todos os outros bichos.
Certo dia, a rainha e o rei das flores mandaram a todos os bichos, um convite para a festa da primavera e nesta festa, que acontecia todos os anos, os bichos costumavam exibir as suas melhores qualidades, ninguém queria faltar.
A tartaruga, com o convite na mão, ficou foi muito chateada. Ela não se sentia capaz de ir a uma festa tão famosa, triste do jeito que era e se sentindo a última das últimas.Começou a chorar e chorava, chorava, que acabou se dirigindo para debaixo do pé de manga, onde dizem que é o melhor lugar para se acalmar.Envolvida em soluços, ouviu alguém dizer:
- Ei! psiu!
- Quem está aí?- assustada perguntou.
- sou eu, o pé de manga!
- ora, onde já se viu pé de manga falar, você é planta e eu sou bicho. Isso não combina
- deixa de ser preconceituosa, tartaruga.Claro que posso me comunicar contigo. Afinal de contas nós fomos feitos pelo mesmo Criador e com o mesmo material, porém de formas diferentes.Assim, eu posso falar e você pode me entender. É só querer.
Está bem, já que consegui te ouvir, fala aí o que você quer.
- ora, eu só queria saber, porque você estava chorando?
- ah, eu não suporto mais esses bichos da floresta, aliás eu não me suporto mais. Não sirvo
pra nada, não sei fazer nada, ninguém gosta de mim .Nem vou conseguir ir à festa da
primavera.Pra quê? só vai ter bichos metidos, por lá!
- deixa de bobagem, tartaruga, disse o pé de manga. Você poderá ir, sim à festa. Eu posso
- te ajudar, dando uma sugestão.
- que sugestão? – perguntou a tartaruga
- sugiro que amanhã de manhã você fique um tempo diante do espelho e lhe faça aseguinte pergunta:
- diga-me espelho, quem sou eu?
• O quê? Lá vem você. Onde já se viu? Vai me dizer que o espelho também fala.Olha, ele
• não é gente, não é bicho e nem planta. Como pode ser isso?
- Vai por mim tartaruga, faça a experiência e volte para me contar o que ouviu.
A tartaruga, foi se embora e mal podia esperar o amanhecer do dia. Estava disposta a olhar par o espelho e ver o que aconteceria.
No dia seguinte, ainda meio sem jeito e meio desacreditada,lá estava ela diante do espelho a perguntar:
- Espelho, quem sou eu?
O espelho nada dizia
- Espelho quem sou?, perguntava de novo e o espelho continuava mudo.
Diante disto, a tartaruga, por incrível que pareça, não ficou zangada. Distraiu-se a olhar para si mesma, coisa que não fazia ha anos, pois só tinha olhos para os outros bichos.
De repente ela se vê diante de uma grande descoberta, e grita:
Eu tenho 4 patas! Puxa vida, nunca tinha reparado! Isso é legal. Quantos bichos só tem 2, outros, nenhuma e eu tenho quaaaaaatro patas!
Saiu correndo para contar ao pé de manga:
-pé de manga, eu acabei de descobrir que tenho 4 patas, posso me locomover com muita facilidade e isso me deixa muito feliz
O pé de manga, mais feliz ainda com o sucesso da experiência, incentiva:
- Continue assim, tartaruga! Amanhã, você voltará a olhar no espelho, irás descobrir novas coisas.
E assim foi feito. No outro dia, lá estava a tartaruga diante do espelho. Desta vez, ficou um bom tempo. Percebeu, enfim, que tinha o casco duro e isso foi a conta de iniciar uma série de afirmações:
Eu tenho o casco duro, posso ir para qualquer lugar sem sair de casa, posso andar tranqüila, sem medo de objetos que caem do céu, sem me machucar, tenho proteção, o tempo todo, isso é maravilhoso!!!!!!!!!!
Novamente se dirige ao pé de manga, aos pulos de felicidade.
Pé de manga, descobri mais uma coisa, tenho o casco duro e assim, falava sem parar sobre as suas descobertas
O pé de manga, sereno como ninguém a encorajava a continuar a sua pesquisa.Pediu que voltasse novamente ao espelho no dia seguinte.
E em plena madrugada, lá estava a tartaruga, curiosa para descobrir outros detalhes sobre ela própria.
Ficou tanto tempo diante do espelho, que quase dormiu e nada....olhava, pensava, observava com detalhes a si próprio e nada, até que lhe veio uma brilhante revelação: você é paciente, veja, ficou até agora diante do espelho, sem desistir.
É isso!!! Sou paciente e isto me deixa contente!! Percebo que também ando devagar e isto é bom, muito bom.Quem precisa de pressa para chegar?
Posso saber esperar as coisas acontecerem no seu tempo certo
Lá vai ela contar ao pé de manga, que lhe recomenda novamente voltar, pelo menos mais uma vez, lembrando que faltava apenas um dia para a festa da primavera .
E a coisa se repetiu, lá estava ela diante do espelho, dessa vez, esperou ainda mais tempo e como já se sentira orgulhosa por ser paciente, isso não foi problema.
Até que percebeu algo novo pra ela: era diferente de todos os outros seres e nunca havia pensado nisso.
Foi a conta, percebeu que a sua forma, o seu jeito, cor, gostos eram realmente diferentes, mas agora achava isso muito bom.
Foi correndo contar ao pé de manga, que lhe disse:
- muito bem, enfim, você chegou ao ponto-chave da questão: embora sejamos feitos da mesma matéria, guardamos diferenças importantes que nos tornam únicos. E agora, se sente capaz de ir à festa?
Claro!!! Já estou indo, tenho muito o que falar do que descobri
E no dia da festa, adivinha quem chegou primeiro?
- a tartaruga, claro! Ora, a lebre, corria muito, mas parava demais para descansar, os pássaros, confiantes na habilidade de vôo, saíram em cima da hora e ainda atrasaram os bichos que pegaram carona em suas asas e a tartaruga, na sua calma, não precisava parar para descansar, tranqüilamente chegou lá.
Na festa, ela era muito cortejada, pois a sua felicidade era tão grande que atraía para si todas as atenções. Integrou-se de tal maneira com os outros que em pouco tempo tornou-se a conselheira da floresta. Quem diria!!!!!
Engenheiro Agrônomo,especialização em Fertilidade dos Solos e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Lavras- MG, professor habilitado em Física, lecionou a disciplina na Escola Agrotécnia Federal de Januária. Funcionário público estadual- EMATER-MG.- A gestão Participativa é a forma mágica para a realização de uma boa convivência e a solução dos problemas. Tenho o orgulho de ser brasileiro
sábado, 6 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
A CENSURA X CENSURA
A imprensa brasileira autêntica, mesmo aquela, por uma ocasião ou outra não obteve a sua alforria, sofreu duros golpes, nas décadas passadas, ao exercer verdadeiro oficio. Hoje ‘’todas’’ com o seu passaporte, tem conquistado a maior liberdade e a independência. O seu funcionamento baseia-se na prestação de serviços públicos, através da concessão do estado.
Propor a censura nos meio de comunicação, tem sido o grande dilema no nosso País. Entre os benefícios realizados através da imprensa e a existência de perversidades , seria como ter que separar o joio do trigo.
Importante ressaltar os esforços e a capacidade de uma desmedida utilidade que a impressa poderá exercer em prol da espécie humana e toda a sua população. Infelizmente, temos uma outra face, que tem realizado silenciosos massacres, privilegiando interesses, e por muitas vezes, deturpando os princípios éticos e a moral.
Numa terra sem lei, fica bastante difícil distinguir o mocinho do bandido, perde-se a racionalidade, revigora-se os instintos, acabam prevalecendo a lei dos mais fortes.
Mudando um pouco de assunto, gostaria de fazer um pequeno comentário a respeito das novelas sob às influências que exercem sobre a vida das pessoas.
Desculpe-me por não ser um escritor, psicólogo ou analista, mas podemos perceber como as novelas, o novelo que se desenrola por vários capítulos, com a duração aproximadamente de 5 a 9 meses, como a história se repete há vários anos, contada por diferentes pessoas, ou seja, diferentes ‘’autores’’.
Admitimos que o Brasil possue grandes talentos, através dos seus importantes artistas. Ocorre que, quando o telespectador perde alguns capítulos por alguns dias, semanas, não tem muito do que se preocupar, pois a história tem sido praticamente a mesma, mesmo que se tenha ocorrido naquele ano as mudanças de personagens. Temos quase sempre uma mesma narrativa. Naturalmente, as partes nobres dos fios que se desenrolam, terão o seu desfecho, na parte final.
Tal fato tem sido percebido pelo público, apesar de o ter encontrado poucas outras opções nas programações dos cais de televisão. Mesmo assim existem aqueles que à apreciam muito, estão acostumados a verem os mesmos filmes, invariavelmente apertam a tecla reprise de seu vídeo, para assistirem o mesmo conteúdo. Assim ocorrem com as novelas brasileiras, quase sempre apresentam as repetidas cenas de ciúmes do casal, alguém que rouba o namorado(a) do outro, o primeiro beijo, os mesmos dramas, maldades e sabotagens que costumam aparecer nas fábricas, residências luxuosas, escolas, etc. , planejados por uma pessoa má e o seu comparsa. Armam tudo, nesse meio tempo, conseguem arruinar a vida de quase todo o mundo, de vez em quando cometem alguns deslizes, ganham algumas bofetadas e apesar das evidências de suas crueldades, são considerados inocentes, até que se provem o contrário. Estão sempre conseguindo se safar. Nos últimos capítulo são desmascarados e quase sempre recebem um tiro e morrem.
Duro é ser o galã, sempre curtindo as várias paixões. E, um romance especial, que vive entre tapas e beijos. No final volta para os braços de sua amada, a estimada princesa, conforme deveria ser eleita pelo público, para que pudessem viver felizes para sempre.
A novela realmente tem sido um entretenimento e apresenta o lado romântico. Porém explora muito a sensibilidade do povo brasileiro. Depois de tantas lutas, e verem os seus direitos negados, em meio a tantas indiferenças, a pobreza, o descaso e aflições, no dia-a-dia, chega o momento inesperado , que parece mágico e anestésico, para viver ilusões e fantasias oferecidos através das novelas, mas que persistem a mesma ferida, na vida dos brasileiros, após cada capitulo.
Os canais de televisão realizam grandes disputas para manterem lotada as suas arenas. Estão sempre emitindo opiniões sob os aspectos religioso, espiritual, moral, sob uma forma bastante pessoal , além de incutir em sua programação, meios, mecanismos, com objetivos de determinar as vontades da maioria da população.
O que está em jogo é a realização de uma grande lucratividade. Se esforçam para garantir os espetáculos do circo, e jogar as responsabilidades do governo, em oferecer lhes o pão.
.
Difícil descordar que a existência das depressões nos jovens (conflitos de valores), a conturbada prática do sexo na adolescência, o consumismo e outros malefícios, não estejam condicionados, sob as influências da televisão. E ainda que não o pudessem ser, existe a grande omissão, por não trabalharem os importantes valores, os valores da família. Porém torna economicamente inviável para a televisão, por não ser um meio atrativo no mundo dos negócios. Seria como apoiar e incentivar clínicas de recuperação à população de dependentes químicos, pelo próprio tráfico, que deixam dependentes o seu público.
A verdade muitas vezes soa como um eco até as pessoas, sem que as percebam que o perigo possa estar se aproximando, com maiores proporções.
As injustiças, as desigualdades sociais ,o desrespeito dos valores humanos, alimentam o crime organizado, a violência, e a prostituição.
Um pais que reúne todas às condições de se tornar extremamente rico, e que vive na pobreza, é porque alguém está se apropriando desta riqueza. De uma certa forma, a imprensa por atos e ou omissão, se torna cúmplice desta realidade calamitosa.
Ultimamente tenho surpreendido com a radiografia das importantes novelas brasileira. Ao perceber alguns pontinhos em evidência, como se estivessem descobrindo os primeiros raios X, por apresentarem no seu conteúdo, preocupações com as questões ambiental,social, valores da família, a discriminação racial. Por sua vez tem sido bastante aplausível, embora houvesse pequeninas partes que lhes foram reservadas, para se ter uma modalidade inovadora de novelas.
É notório o grande poder de influência que a imprensa exerce sobre às pessoas, seja ela: escrita, radiada, televisiva. Quando desvirtuam do seu papel, poderão causar enormes danos aos cidadãos e ao país.
Temos que fazer justiça,oferecer a honra aos merecidos profissionais da imprensa, por exercerem em sua profissão, a legitima vocação.
Não se trata de censurar a imprensa, mas é preciso criar uma forma de acompanhamento e avaliação coordenada por representantes de agências de comunicação, lideranças formadora de opinião, para que os princípios éticos e morais sejam preservados.
Joel Lima
Coluna-MG
Propor a censura nos meio de comunicação, tem sido o grande dilema no nosso País. Entre os benefícios realizados através da imprensa e a existência de perversidades , seria como ter que separar o joio do trigo.
Importante ressaltar os esforços e a capacidade de uma desmedida utilidade que a impressa poderá exercer em prol da espécie humana e toda a sua população. Infelizmente, temos uma outra face, que tem realizado silenciosos massacres, privilegiando interesses, e por muitas vezes, deturpando os princípios éticos e a moral.
Numa terra sem lei, fica bastante difícil distinguir o mocinho do bandido, perde-se a racionalidade, revigora-se os instintos, acabam prevalecendo a lei dos mais fortes.
Mudando um pouco de assunto, gostaria de fazer um pequeno comentário a respeito das novelas sob às influências que exercem sobre a vida das pessoas.
Desculpe-me por não ser um escritor, psicólogo ou analista, mas podemos perceber como as novelas, o novelo que se desenrola por vários capítulos, com a duração aproximadamente de 5 a 9 meses, como a história se repete há vários anos, contada por diferentes pessoas, ou seja, diferentes ‘’autores’’.
Admitimos que o Brasil possue grandes talentos, através dos seus importantes artistas. Ocorre que, quando o telespectador perde alguns capítulos por alguns dias, semanas, não tem muito do que se preocupar, pois a história tem sido praticamente a mesma, mesmo que se tenha ocorrido naquele ano as mudanças de personagens. Temos quase sempre uma mesma narrativa. Naturalmente, as partes nobres dos fios que se desenrolam, terão o seu desfecho, na parte final.
Tal fato tem sido percebido pelo público, apesar de o ter encontrado poucas outras opções nas programações dos cais de televisão. Mesmo assim existem aqueles que à apreciam muito, estão acostumados a verem os mesmos filmes, invariavelmente apertam a tecla reprise de seu vídeo, para assistirem o mesmo conteúdo. Assim ocorrem com as novelas brasileiras, quase sempre apresentam as repetidas cenas de ciúmes do casal, alguém que rouba o namorado(a) do outro, o primeiro beijo, os mesmos dramas, maldades e sabotagens que costumam aparecer nas fábricas, residências luxuosas, escolas, etc. , planejados por uma pessoa má e o seu comparsa. Armam tudo, nesse meio tempo, conseguem arruinar a vida de quase todo o mundo, de vez em quando cometem alguns deslizes, ganham algumas bofetadas e apesar das evidências de suas crueldades, são considerados inocentes, até que se provem o contrário. Estão sempre conseguindo se safar. Nos últimos capítulo são desmascarados e quase sempre recebem um tiro e morrem.
Duro é ser o galã, sempre curtindo as várias paixões. E, um romance especial, que vive entre tapas e beijos. No final volta para os braços de sua amada, a estimada princesa, conforme deveria ser eleita pelo público, para que pudessem viver felizes para sempre.
A novela realmente tem sido um entretenimento e apresenta o lado romântico. Porém explora muito a sensibilidade do povo brasileiro. Depois de tantas lutas, e verem os seus direitos negados, em meio a tantas indiferenças, a pobreza, o descaso e aflições, no dia-a-dia, chega o momento inesperado , que parece mágico e anestésico, para viver ilusões e fantasias oferecidos através das novelas, mas que persistem a mesma ferida, na vida dos brasileiros, após cada capitulo.
Os canais de televisão realizam grandes disputas para manterem lotada as suas arenas. Estão sempre emitindo opiniões sob os aspectos religioso, espiritual, moral, sob uma forma bastante pessoal , além de incutir em sua programação, meios, mecanismos, com objetivos de determinar as vontades da maioria da população.
O que está em jogo é a realização de uma grande lucratividade. Se esforçam para garantir os espetáculos do circo, e jogar as responsabilidades do governo, em oferecer lhes o pão.
.
Difícil descordar que a existência das depressões nos jovens (conflitos de valores), a conturbada prática do sexo na adolescência, o consumismo e outros malefícios, não estejam condicionados, sob as influências da televisão. E ainda que não o pudessem ser, existe a grande omissão, por não trabalharem os importantes valores, os valores da família. Porém torna economicamente inviável para a televisão, por não ser um meio atrativo no mundo dos negócios. Seria como apoiar e incentivar clínicas de recuperação à população de dependentes químicos, pelo próprio tráfico, que deixam dependentes o seu público.
A verdade muitas vezes soa como um eco até as pessoas, sem que as percebam que o perigo possa estar se aproximando, com maiores proporções.
As injustiças, as desigualdades sociais ,o desrespeito dos valores humanos, alimentam o crime organizado, a violência, e a prostituição.
Um pais que reúne todas às condições de se tornar extremamente rico, e que vive na pobreza, é porque alguém está se apropriando desta riqueza. De uma certa forma, a imprensa por atos e ou omissão, se torna cúmplice desta realidade calamitosa.
Ultimamente tenho surpreendido com a radiografia das importantes novelas brasileira. Ao perceber alguns pontinhos em evidência, como se estivessem descobrindo os primeiros raios X, por apresentarem no seu conteúdo, preocupações com as questões ambiental,social, valores da família, a discriminação racial. Por sua vez tem sido bastante aplausível, embora houvesse pequeninas partes que lhes foram reservadas, para se ter uma modalidade inovadora de novelas.
É notório o grande poder de influência que a imprensa exerce sobre às pessoas, seja ela: escrita, radiada, televisiva. Quando desvirtuam do seu papel, poderão causar enormes danos aos cidadãos e ao país.
Temos que fazer justiça,oferecer a honra aos merecidos profissionais da imprensa, por exercerem em sua profissão, a legitima vocação.
Não se trata de censurar a imprensa, mas é preciso criar uma forma de acompanhamento e avaliação coordenada por representantes de agências de comunicação, lideranças formadora de opinião, para que os princípios éticos e morais sejam preservados.
Joel Lima
Coluna-MG
domingo, 24 de janeiro de 2010
PARÁBOLA DA RIQUEZA ESCONDIDA ( Eliezer Lima da Fonseca )
HISTÒRICO: Esta parábola foi inspirada em uma pequena comunidade rural muito pobre de São João do Paraíso,
onde tinha que falar do valor da eucaristia para crianças que estavam fazendo a primeira comunhão e para pessoas que
já comungavam a dezenas de ano, mas que precisavam e desejavam de uma boa catequese a respeito do verdadeiro valor da eucaristia .
Havia um garimpeiro, muito rico e ambicioso, que em seu pequeno avião, sobrevoava uma futura área de garimpo, quando de repente, foi tomado de surpresa, por uma pane no motor do avião. O garimpeiro, pressentindo o perigo, e muito angustiado, mas muito habilidoso, logo identificou uma área da floresta desbastada e conseguiu aterrissar, salvando-se, mas deixando o seu avião sem qualquer possibilidade de levantar vôo. O local era totalmente desconhecido, e ele se pôs a andar a procura de socorro. Depois de andar por muitas horas, sem êxito, e já cansado, sedento e faminto, senta-se numa pedra e fica ali, com olhar perdido, por alguns minutos. Ao se levantar, dando apenas alguns passos, percebe, de longe, uma fumaça, que sem saber de que se tratava, o encheu de esperanças. Não perdendo tempo, foi rapidamente ao encontro daquilo que seria a sua salvação.
Aproximando-se do local, deparou com um casebre de extrema simplicidade, todo feito de barro, varas e cipós. Sem perder tempo, bate palmas, grita e logo é interrompido por uma voz frágil que sai do fundo da pequena casa e o convida para dar a volta e entrar pelos fundos do casebre. Ele assim o fez e logo se deparou com um velho senhor de mais ou menos 80 anos, que vivia solitário por ali, a cozinhar um pouco de milho seco, meio encarunchado, para fazer a sua primeira refeição do dia. Sem deixar que o velhinho dissesse algo, logo fez o apelo por água e comida, pedindo pelo amor de Deus. O velhinho pediu calmo, enquanto dizia que seria uma alegria muito grande partilhar com ele, o pouco que tinha para saciar a fome, não importando a simplicidade do alimento.
O velho lavou dois pratos de barro, entregando um deles ao garimpeiro, que exultou de alegria ao perceber que havia chegado à hora de saciar a sua fome. Pegando logo seu prato, serviu-se antes do velho, tendo o cuidado para não deixar cair nenhum caroço de milho fora do prato. Logo viu uma cabaça grande e bem envelhecida, encostada ao lado do banco de madeira onde estava o velho e sem demoras, encheu de água o copo que se encontrava em cima da cabaça, e saciou a sua sede.
Depois de se fartar à vontade, o garimpeiro elogiou o velho dizendo que jamais imaginaria que apreciaria tanto uma refeição como aquela, sempre considerada por ele, como alimento de porcos e galinhas, e pudesse comer com tanto gosto, apesar do muito dinheiro que possuía e da vida farta que vivia.
Depois de matar a fome, os dois ficaram bem à vontade e agradecidos, falando de muitos assuntos referentes à realidade dos dois. O velho acabou aproveitando a prosa para perguntar ao garimpeiro se ele conhecia de todo tipo de pedras. O garimpeiro disse que sim, pois já havia estudado muito sobre o assunto. O velho então foi logo dizendo que ha 40 anos ele havia achado uma pedra muito estranha, em um córrego dentro do seu roçado. Como a pedra era muito bonita, pegou-a, apreciou-a e depois a guardou com muito carinho em um embornal e a colocou no seu guarda roupas, tirando dali somente aos domingos, quando tinha folga, para apreciá-la por mais tempo. Mas sempre teve curiosidade para saber do que se tratava. O garimpeiro, então, pediu que a pegasse e lhe mostrasse. Assim o velho fez. Quando abriu o embornal e retirou a pedra, o garimpeiro quase cai do banco, tomado pelo susto de contemplar o mais lindo e maior diamante, que em 38 anos de garimpo jamais havia visto.
Depois de recuperar-se do susto, olha para velho dos pés à cabeça, olha para o diamante, e interpela o velho dizendo: - Há 40 anos guarda essa pedra, e porque sempre viveu nesta miséria tão grande?
O velho respondeu: - eu a guardei porque achei linda, mas não sabia que tinha um valor tão grande. Eu nunca soube que ela era um diamante.
Padre Eliezer Lima da Fonseca
Publicado no Recanto das Letras em 09/01/2010
Código do texto: T2019359
onde tinha que falar do valor da eucaristia para crianças que estavam fazendo a primeira comunhão e para pessoas que
já comungavam a dezenas de ano, mas que precisavam e desejavam de uma boa catequese a respeito do verdadeiro valor da eucaristia .
Havia um garimpeiro, muito rico e ambicioso, que em seu pequeno avião, sobrevoava uma futura área de garimpo, quando de repente, foi tomado de surpresa, por uma pane no motor do avião. O garimpeiro, pressentindo o perigo, e muito angustiado, mas muito habilidoso, logo identificou uma área da floresta desbastada e conseguiu aterrissar, salvando-se, mas deixando o seu avião sem qualquer possibilidade de levantar vôo. O local era totalmente desconhecido, e ele se pôs a andar a procura de socorro. Depois de andar por muitas horas, sem êxito, e já cansado, sedento e faminto, senta-se numa pedra e fica ali, com olhar perdido, por alguns minutos. Ao se levantar, dando apenas alguns passos, percebe, de longe, uma fumaça, que sem saber de que se tratava, o encheu de esperanças. Não perdendo tempo, foi rapidamente ao encontro daquilo que seria a sua salvação.
Aproximando-se do local, deparou com um casebre de extrema simplicidade, todo feito de barro, varas e cipós. Sem perder tempo, bate palmas, grita e logo é interrompido por uma voz frágil que sai do fundo da pequena casa e o convida para dar a volta e entrar pelos fundos do casebre. Ele assim o fez e logo se deparou com um velho senhor de mais ou menos 80 anos, que vivia solitário por ali, a cozinhar um pouco de milho seco, meio encarunchado, para fazer a sua primeira refeição do dia. Sem deixar que o velhinho dissesse algo, logo fez o apelo por água e comida, pedindo pelo amor de Deus. O velhinho pediu calmo, enquanto dizia que seria uma alegria muito grande partilhar com ele, o pouco que tinha para saciar a fome, não importando a simplicidade do alimento.
O velho lavou dois pratos de barro, entregando um deles ao garimpeiro, que exultou de alegria ao perceber que havia chegado à hora de saciar a sua fome. Pegando logo seu prato, serviu-se antes do velho, tendo o cuidado para não deixar cair nenhum caroço de milho fora do prato. Logo viu uma cabaça grande e bem envelhecida, encostada ao lado do banco de madeira onde estava o velho e sem demoras, encheu de água o copo que se encontrava em cima da cabaça, e saciou a sua sede.
Depois de se fartar à vontade, o garimpeiro elogiou o velho dizendo que jamais imaginaria que apreciaria tanto uma refeição como aquela, sempre considerada por ele, como alimento de porcos e galinhas, e pudesse comer com tanto gosto, apesar do muito dinheiro que possuía e da vida farta que vivia.
Depois de matar a fome, os dois ficaram bem à vontade e agradecidos, falando de muitos assuntos referentes à realidade dos dois. O velho acabou aproveitando a prosa para perguntar ao garimpeiro se ele conhecia de todo tipo de pedras. O garimpeiro disse que sim, pois já havia estudado muito sobre o assunto. O velho então foi logo dizendo que ha 40 anos ele havia achado uma pedra muito estranha, em um córrego dentro do seu roçado. Como a pedra era muito bonita, pegou-a, apreciou-a e depois a guardou com muito carinho em um embornal e a colocou no seu guarda roupas, tirando dali somente aos domingos, quando tinha folga, para apreciá-la por mais tempo. Mas sempre teve curiosidade para saber do que se tratava. O garimpeiro, então, pediu que a pegasse e lhe mostrasse. Assim o velho fez. Quando abriu o embornal e retirou a pedra, o garimpeiro quase cai do banco, tomado pelo susto de contemplar o mais lindo e maior diamante, que em 38 anos de garimpo jamais havia visto.
Depois de recuperar-se do susto, olha para velho dos pés à cabeça, olha para o diamante, e interpela o velho dizendo: - Há 40 anos guarda essa pedra, e porque sempre viveu nesta miséria tão grande?
O velho respondeu: - eu a guardei porque achei linda, mas não sabia que tinha um valor tão grande. Eu nunca soube que ela era um diamante.
Padre Eliezer Lima da Fonseca
Publicado no Recanto das Letras em 09/01/2010
Código do texto: T2019359
domingo, 17 de janeiro de 2010
1 comentários:
Rosana Corrêa disse...
Prezado Joel,
Adorei "PALHAÇOS"!
Tento sempre compreender como alguém pode viver de cara amarrada para a vida, ela é tão bela! Misteriosa, cheia de surpresas.
Já que "viver é emocionar-se", como definiu Portinari (a melhor definição do verbo para mim) há dias que haverá dor, tristeza e lágrimas, mas nem por isso precisamos cultivar a AMARGURA. O palhaço também chora, né? Mas como não voltar a sorrir se há maravilhosos pôres-do-sol para vermos; como não voltar a sorrir se vamos voltar sentir a carícia do vento, ver a beleza de uma flor, se podemos ganhar um abraço gostoso de uma criança, o sorriso de um velhinho...tanta coisa boa que nem cabe aqui...
Não entendo como alguém pode ficar indiferente diante das pequenas delíciais que a vida nos proporciona. É o ser humano e suas complexidades.
Acho que um dos disseminadores da tristeza, o que faz com que a pessoa se torne "ranzinza", sem alegria de viver é fixação no ter: _ ter dinheiro além do que precisa, ter poder, ter status, ter um amor (e não partilhar um amor) enfim, a necessidade da posse.
Acho que quando somos, temos mais tempo para viver e para a alegria. Claro que teremos "noites traiçoeiras, "mais Deus nos quer sorrindo." De mais a mais, onde mora a ESPERANÇA não há lugar para TRISTEZA!
Mais do que palhaço, considero idiotas os que vivem fechados em seus "mundinhos sórdidos", sem saber que quando nos doamos ao outro, renascemos e renovamos nossa fonte de alegria, através do amor.
Muito lindo!
Um abraço,
Rosana Corrêa
15 de janeiro de 2010 13:30
Rosana Corrêa disse...
Prezado Joel,
Adorei "PALHAÇOS"!
Tento sempre compreender como alguém pode viver de cara amarrada para a vida, ela é tão bela! Misteriosa, cheia de surpresas.
Já que "viver é emocionar-se", como definiu Portinari (a melhor definição do verbo para mim) há dias que haverá dor, tristeza e lágrimas, mas nem por isso precisamos cultivar a AMARGURA. O palhaço também chora, né? Mas como não voltar a sorrir se há maravilhosos pôres-do-sol para vermos; como não voltar a sorrir se vamos voltar sentir a carícia do vento, ver a beleza de uma flor, se podemos ganhar um abraço gostoso de uma criança, o sorriso de um velhinho...tanta coisa boa que nem cabe aqui...
Não entendo como alguém pode ficar indiferente diante das pequenas delíciais que a vida nos proporciona. É o ser humano e suas complexidades.
Acho que um dos disseminadores da tristeza, o que faz com que a pessoa se torne "ranzinza", sem alegria de viver é fixação no ter: _ ter dinheiro além do que precisa, ter poder, ter status, ter um amor (e não partilhar um amor) enfim, a necessidade da posse.
Acho que quando somos, temos mais tempo para viver e para a alegria. Claro que teremos "noites traiçoeiras, "mais Deus nos quer sorrindo." De mais a mais, onde mora a ESPERANÇA não há lugar para TRISTEZA!
Mais do que palhaço, considero idiotas os que vivem fechados em seus "mundinhos sórdidos", sem saber que quando nos doamos ao outro, renascemos e renovamos nossa fonte de alegria, através do amor.
Muito lindo!
Um abraço,
Rosana Corrêa
15 de janeiro de 2010 13:30
sábado, 9 de janeiro de 2010
P a l h a ç o s
Eu vi o sol
Eu vi a lua
Não vi o palhaço
No meio da rua..
Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor.
E o palhaço é quem é ?
Crescem as cidades e também
Os seus rumores.
Faltam sorrisos e a alegria.
Não há tempo para a noite,
Nem ver passar o dia.
Não vê a banda passar e
Ouvir as cantigas de amor.
Apenas rígidos músculos frontais,
Que não se descontraem.
E o palhaço é quem é?
Conheço um cara que é palhaço.
Não sorrir, não diz um oi,
Não fala bom dia, todos os dia.
Não sabe em que horas o sol nasce,
E que se põe.
Se opõe a tantas coisas!!
Que chato né?
Não tem infância,
Não gosta de criança.
Só faz palhaçada,
Em nada se alegra.
Se te dissestes que não sou palhaço,
Não haveria a graça.
Mas pela graça, mostro-me
Que não sou palhaço.
Joel Lima
Coluna-MG
Eu vi a lua
Não vi o palhaço
No meio da rua..
Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor.
E o palhaço é quem é ?
Crescem as cidades e também
Os seus rumores.
Faltam sorrisos e a alegria.
Não há tempo para a noite,
Nem ver passar o dia.
Não vê a banda passar e
Ouvir as cantigas de amor.
Apenas rígidos músculos frontais,
Que não se descontraem.
E o palhaço é quem é?
Conheço um cara que é palhaço.
Não sorrir, não diz um oi,
Não fala bom dia, todos os dia.
Não sabe em que horas o sol nasce,
E que se põe.
Se opõe a tantas coisas!!
Que chato né?
Não tem infância,
Não gosta de criança.
Só faz palhaçada,
Em nada se alegra.
Se te dissestes que não sou palhaço,
Não haveria a graça.
Mas pela graça, mostro-me
Que não sou palhaço.
Joel Lima
Coluna-MG
domingo, 27 de dezembro de 2009
VENHA, VAMOS BRINDAR!!!
vamos brindar o que ja passou.
vamos brindar o novo ano, que será bem melhor.
vamos brindar o momento para que não exista as diferenças entre ricos, pobres, patrões e empregados.
vamos, vamos, brindar a luta e a coragem.
vamos brindar os trabalhos de equipe.
vamos brindar o perdão, o amor e a libertação.
vamos brindar os verdadeiros sentimentos.
O amor, a cumplicidade e a sinceridade.
Vamos brindar o feliz momento, os momentos felizes vindouros.
Vamos comemorar O que poderemos fazer diferente.
vamos brindar a felicidade!!!
Joel Lima
Coluna-MG
vamos brindar o novo ano, que será bem melhor.
vamos brindar o momento para que não exista as diferenças entre ricos, pobres, patrões e empregados.
vamos, vamos, brindar a luta e a coragem.
vamos brindar os trabalhos de equipe.
vamos brindar o perdão, o amor e a libertação.
vamos brindar os verdadeiros sentimentos.
O amor, a cumplicidade e a sinceridade.
Vamos brindar o feliz momento, os momentos felizes vindouros.
Vamos comemorar O que poderemos fazer diferente.
vamos brindar a felicidade!!!
Joel Lima
Coluna-MG
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
O NATAL É PARA SEMPRE !!!
Ansiosos esperamos o momento importante do nascimento de mais um membro da família, a chegada de um amigo, ou algo muito interessante, que envolva a nossa vida.
O que nos encanta e nos torna admirável, é a presença do novo. Nele abandonamos os velhos hábitos, para assumirmos uma nova postura de crescimento, desenvolvimento, que nos alegra e faz crescer.
Por isso devemos sempre renovar os nossos compromissos, realizar os nossos propósitos, agindo corretamente de forma inovada, superando desafios e obstáculos, que nos fazem transformar em um homem novo.
Preocupar excessivamente com o futuro , nos impede de viver o presente. Preocupar demasiadamente com o presente, não iremos construir o futuro. As oportunidades surgem em ocasiões específicas, por isso são únicas para aquele momento.
Somos dinâmicos, racionais, seres em constantes evolução. Mudar repentinamente, sem fundamento, poderá ser uma causa de precipitação e/ou um problema da personalidade. Por outro lado,quando se tem fortes resistências às mudanças, poderá ser resultados da ignorância, egoísmo, insegurança, medo ou até mesmo o empobrecimento e o enfraquecimento do equilíbrio mental.
Transformar-se em um novo ser, é estar repleto de justiça e libertação. Não se pode ter uma vida nova e ao mesmo tempo adotar velhos habitos.
Quando aceitamos realizar mudanças em nossas vidas, não implica que devemos trocar de identidade, esquecer o passado. A mudança ocorre através da aceitação da pessoa em si, e que procura vencer às suas limitações, ao mesmo tempo se esforça para desenvolver as suas potencialidades, encontrar novas alternativas, ficando atenta às novas oportunidades.
Nem sempre as coisas acontecem sob os grandes encantos, lugares sofisticados. Numa simples manjedoura aconteceu o grande milagre, o nascimento que trouce a nova ordem de paz, amor, alegria, justiça e libertação, que se refazem a cada dia.
O amor que te gerou, agora, se torna maior e mais presente em suas mãos. Somente através da partilha é que teremos um mundo de paz.
Não tenha medo de se arriscar, faça da vida uma canção, faça ressoar os corações, abasteça-se da fé e a coragem. Supere os obstáculos e brinde os momentos felizes.
UM FELIZ NATAL!!!
Joel Lima
Coluna-MG
O que nos encanta e nos torna admirável, é a presença do novo. Nele abandonamos os velhos hábitos, para assumirmos uma nova postura de crescimento, desenvolvimento, que nos alegra e faz crescer.
Por isso devemos sempre renovar os nossos compromissos, realizar os nossos propósitos, agindo corretamente de forma inovada, superando desafios e obstáculos, que nos fazem transformar em um homem novo.
Preocupar excessivamente com o futuro , nos impede de viver o presente. Preocupar demasiadamente com o presente, não iremos construir o futuro. As oportunidades surgem em ocasiões específicas, por isso são únicas para aquele momento.
Somos dinâmicos, racionais, seres em constantes evolução. Mudar repentinamente, sem fundamento, poderá ser uma causa de precipitação e/ou um problema da personalidade. Por outro lado,quando se tem fortes resistências às mudanças, poderá ser resultados da ignorância, egoísmo, insegurança, medo ou até mesmo o empobrecimento e o enfraquecimento do equilíbrio mental.
Transformar-se em um novo ser, é estar repleto de justiça e libertação. Não se pode ter uma vida nova e ao mesmo tempo adotar velhos habitos.
Quando aceitamos realizar mudanças em nossas vidas, não implica que devemos trocar de identidade, esquecer o passado. A mudança ocorre através da aceitação da pessoa em si, e que procura vencer às suas limitações, ao mesmo tempo se esforça para desenvolver as suas potencialidades, encontrar novas alternativas, ficando atenta às novas oportunidades.
Nem sempre as coisas acontecem sob os grandes encantos, lugares sofisticados. Numa simples manjedoura aconteceu o grande milagre, o nascimento que trouce a nova ordem de paz, amor, alegria, justiça e libertação, que se refazem a cada dia.
O amor que te gerou, agora, se torna maior e mais presente em suas mãos. Somente através da partilha é que teremos um mundo de paz.
Não tenha medo de se arriscar, faça da vida uma canção, faça ressoar os corações, abasteça-se da fé e a coragem. Supere os obstáculos e brinde os momentos felizes.
UM FELIZ NATAL!!!
Joel Lima
Coluna-MG
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
É O TREM SÔ !!!
Um bicho de lata
Passano em cima dos ferro
Sae correno fazeno barulho,
Fui lá vê passar.
Criei corage, cheguei bem juntin dele,
O bicho é má educado.
Num respeita a gente não,
Anda nas carreras,
Soltano fogo nas venta.
O pior é que é brabo mesmo.
Mas ta fazeno serventia.
O filho de Manel Custódio
Já se aprumou no bicho,
Foi ontem mesmo nele, pra ajeitá os papel
Hoje mesmo já vortou.
Das última vez qui gastou pra chegá, foi mais de treis dia.
Agora é que ele vai dá de vendê o burro mesmo.
Nos meus plano ele vai
Ajeitá os papel das suas terras tudo ainda nesse mês.
Diz qui é o tal progresso que já ta chegano.
Agora todo mundo vai querê de andá também.
Uai!!.... ocê num andô ainda não?
Não!! por que cê num disse.
É o trem sô!!!!
Joel Lima
Coluna-MG
Passano em cima dos ferro
Sae correno fazeno barulho,
Fui lá vê passar.
Criei corage, cheguei bem juntin dele,
O bicho é má educado.
Num respeita a gente não,
Anda nas carreras,
Soltano fogo nas venta.
O pior é que é brabo mesmo.
Mas ta fazeno serventia.
O filho de Manel Custódio
Já se aprumou no bicho,
Foi ontem mesmo nele, pra ajeitá os papel
Hoje mesmo já vortou.
Das última vez qui gastou pra chegá, foi mais de treis dia.
Agora é que ele vai dá de vendê o burro mesmo.
Nos meus plano ele vai
Ajeitá os papel das suas terras tudo ainda nesse mês.
Diz qui é o tal progresso que já ta chegano.
Agora todo mundo vai querê de andá também.
Uai!!.... ocê num andô ainda não?
Não!! por que cê num disse.
É o trem sô!!!!
Joel Lima
Coluna-MG
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O Grande Vôo da Sementinha
Existia uma sementinha que gostava de conhecer coisas novas, lugares diferentes. Ela deixava ser transportada livremente pelos ventos, e ir onde sentisse vontade.
Após percorrer diversos lugares, diferentes regiões, parou para se descansar.
Ao recuperar das suas energias, após um prolongado sono, no momento que se ‘’despertava’’, tomou um enorme susto, imaginou que ainda estivesse sonhando.
Indagou, Nossa!! tantos lugares bonitos que passei, como é que eu vim parar neste lugar, isso aqui é muito feio, triste, está mais para um deserto!!
Quando estava decidida a partir, observou uma coisa muito engraçada à sua frente, parecia um sapo esculpido em um carvão, ou então, um bicho muito estranho.
Ao se aproximar daquela criatura, percebeu que não era bicho nenhum, e sim um toco que havia se queimado, mas que ainda resistia ao poder devastador do fogo.
O ‘’toco’’juntava todas às suas energias para alimentar os pequenos brotos que haviam surgidos novamente em sua base, para garantir a perpetuação da espécie, e poder realizar o grande sonho: fazer daquele lugar um Paraíso.
A sementinha lembrou que quando o toco ainda era jovem, ou melhor, quando era apenas uma semente e que teria liberdade tanto quanto ela, para ir aos lugares que queria. Vendo-o naquele estado, não se conteve, Perguntou-o por que teria escolhido um lugar tão feio e esquisito.
-Primeiramente o‘’toco’’respondeu calmamente a sementinha. ‘’Estou me esforçando para recuperar de um duro golpe, uma maldade que fizeram por aqui, ateando fogo. Não sei não, acho que foi um ato impensado, ou talvez uma crueldade; as más intenções.
-Há alguns anos quando cheguei aqui, não encontrei nenhum conforto, fiquei muito irritado, logo percebi, que por aqui passavam muitos pássaros vindo de outras regiões. Esta era a sua rota. Por isso havia necessidade de fornecer algum meio de apoio para descansarem , alimentar e seguir viagem. Caso contrário muitos pássaros poderiam ser sacrificados. Depois de uma grande jornada, sentiriam bastantes fragilizados, necessitando de cuidados e atenção.
Sei que os pássaros também colaboram para o aumento da biodiversidade, que são as diferentes espécies de seres vivos que habitam em um determinado espaço. A biodiversidade é muito importante para a realização do equilíbrio. Cada ser exerce o seu papel, função e habilidades, um complementa o outro, facilitando a vida de todos os seres vivos.
O que realmente teria deixado o lugar tão abandonado foi justamente a presença de alguns insetos perversos querendo exercer o domínio na região, acabou prejudicando a biodiversidade.
Em quase todas as decisões somente eles falariam primeiro. Caso cismassem de alguma coisa devoravam quase tudo, faziam chantagens e alguns estragos na maioria dos moradores deste lugar.
Queriam ser fortes, mas mão existia nenhum projeto para a realização do crescimento e o desenvolvimento da região. A preocupação maior era manter no poder.
De vez em quando surgiam algumas ações para agradar a comunidade , mas o medo e a insegurança que semeavam aqui era a principal arma para se tornarem mais poderosos.
Sabemos que existem muitos insetos interessantes, mas não podem se sentir os únicos. Precisamos reconhecer novos talentos, idéias, novos pensamentos, para tornar o ambiente saudável, não ficando parado e apresentar maiores perspectivas para a realização do crescimento e o desenvolvimento local.
É através da participação de todos, das lutas e opiniões, do trabalho, esforços e união, vamos construindo um lugar bom de si viver, sem o medo da violência, da fome e das injustiças.
Poderei Salvar a vida de muitos pássaros, e ao mesmo tempo, à medida que ingerissem os meus frutos, levariam um pouco das minhas sementes aos diversos lugares, onde talvez não conseguiria ir ‘’.
O ‘’toco’’ sabia que não podia desistir, precisava transmitir tudo aquilo que um dia teria aprendido. Tinha uma importante missão, propagar grandes quantidades de árvores, tornar os lugares desertos em bonitos jardins, produzir muitos frutos, colaborar para acabar com a fome, ter um ambiente onde todos pudessem se abrigar, tornar um lugar de oportunidades para todos. Estaria realizando a sua contribuição para um mundo melhor.
A sementinha, então, resolveu ficar por ali, para ajudar o ‘’toco’’ a se recuperar. Quando percebeu havia se desgastado bastante , teria perdido parte de sua plumagem, que faziam planar nas suaves correntezas dos ventos.
Logo vieram as chuvas que as deixaram bem diferente, transformada, e muito mais feliz.
Foram surgindo nela os primeiros brotinhos, uma nova forma de vida. Neste momento teria perdido o medo do milagre da transformação, que a tornaria um novo ser.
Agora tinha certeza que não iria morrer apenas semente, e sim produzir importantes frutos para a vida.
Joel Lima
Coluna- MG
Após percorrer diversos lugares, diferentes regiões, parou para se descansar.
Ao recuperar das suas energias, após um prolongado sono, no momento que se ‘’despertava’’, tomou um enorme susto, imaginou que ainda estivesse sonhando.
Indagou, Nossa!! tantos lugares bonitos que passei, como é que eu vim parar neste lugar, isso aqui é muito feio, triste, está mais para um deserto!!
Quando estava decidida a partir, observou uma coisa muito engraçada à sua frente, parecia um sapo esculpido em um carvão, ou então, um bicho muito estranho.
Ao se aproximar daquela criatura, percebeu que não era bicho nenhum, e sim um toco que havia se queimado, mas que ainda resistia ao poder devastador do fogo.
O ‘’toco’’juntava todas às suas energias para alimentar os pequenos brotos que haviam surgidos novamente em sua base, para garantir a perpetuação da espécie, e poder realizar o grande sonho: fazer daquele lugar um Paraíso.
A sementinha lembrou que quando o toco ainda era jovem, ou melhor, quando era apenas uma semente e que teria liberdade tanto quanto ela, para ir aos lugares que queria. Vendo-o naquele estado, não se conteve, Perguntou-o por que teria escolhido um lugar tão feio e esquisito.
-Primeiramente o‘’toco’’respondeu calmamente a sementinha. ‘’Estou me esforçando para recuperar de um duro golpe, uma maldade que fizeram por aqui, ateando fogo. Não sei não, acho que foi um ato impensado, ou talvez uma crueldade; as más intenções.
-Há alguns anos quando cheguei aqui, não encontrei nenhum conforto, fiquei muito irritado, logo percebi, que por aqui passavam muitos pássaros vindo de outras regiões. Esta era a sua rota. Por isso havia necessidade de fornecer algum meio de apoio para descansarem , alimentar e seguir viagem. Caso contrário muitos pássaros poderiam ser sacrificados. Depois de uma grande jornada, sentiriam bastantes fragilizados, necessitando de cuidados e atenção.
Sei que os pássaros também colaboram para o aumento da biodiversidade, que são as diferentes espécies de seres vivos que habitam em um determinado espaço. A biodiversidade é muito importante para a realização do equilíbrio. Cada ser exerce o seu papel, função e habilidades, um complementa o outro, facilitando a vida de todos os seres vivos.
O que realmente teria deixado o lugar tão abandonado foi justamente a presença de alguns insetos perversos querendo exercer o domínio na região, acabou prejudicando a biodiversidade.
Em quase todas as decisões somente eles falariam primeiro. Caso cismassem de alguma coisa devoravam quase tudo, faziam chantagens e alguns estragos na maioria dos moradores deste lugar.
Queriam ser fortes, mas mão existia nenhum projeto para a realização do crescimento e o desenvolvimento da região. A preocupação maior era manter no poder.
De vez em quando surgiam algumas ações para agradar a comunidade , mas o medo e a insegurança que semeavam aqui era a principal arma para se tornarem mais poderosos.
Sabemos que existem muitos insetos interessantes, mas não podem se sentir os únicos. Precisamos reconhecer novos talentos, idéias, novos pensamentos, para tornar o ambiente saudável, não ficando parado e apresentar maiores perspectivas para a realização do crescimento e o desenvolvimento local.
É através da participação de todos, das lutas e opiniões, do trabalho, esforços e união, vamos construindo um lugar bom de si viver, sem o medo da violência, da fome e das injustiças.
Poderei Salvar a vida de muitos pássaros, e ao mesmo tempo, à medida que ingerissem os meus frutos, levariam um pouco das minhas sementes aos diversos lugares, onde talvez não conseguiria ir ‘’.
O ‘’toco’’ sabia que não podia desistir, precisava transmitir tudo aquilo que um dia teria aprendido. Tinha uma importante missão, propagar grandes quantidades de árvores, tornar os lugares desertos em bonitos jardins, produzir muitos frutos, colaborar para acabar com a fome, ter um ambiente onde todos pudessem se abrigar, tornar um lugar de oportunidades para todos. Estaria realizando a sua contribuição para um mundo melhor.
A sementinha, então, resolveu ficar por ali, para ajudar o ‘’toco’’ a se recuperar. Quando percebeu havia se desgastado bastante , teria perdido parte de sua plumagem, que faziam planar nas suaves correntezas dos ventos.
Logo vieram as chuvas que as deixaram bem diferente, transformada, e muito mais feliz.
Foram surgindo nela os primeiros brotinhos, uma nova forma de vida. Neste momento teria perdido o medo do milagre da transformação, que a tornaria um novo ser.
Agora tinha certeza que não iria morrer apenas semente, e sim produzir importantes frutos para a vida.
Joel Lima
Coluna- MG
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